Bem-Vindo!

Ao site do Lokaos Rock Show.


ROCK DE VERDADE, COMO DEVE SER MOSTRADO!

Colaremos:

18/09/2014 03:21

Lokaos entrevista Dave Lombardo (ex-Slayer)

Author: lokaos

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Julia Bueno entrevistou o lendário baterista Dave Lombardo, ele fala sobre sua passagem pelo Brasil, Slayer, projetos futuros e muito mais, confira:

Pauta – Edu Rox e Nacho Belgrande
Tradução – Nacho Belgrande
Gravação – Gabriel Carvalho
Edição – Jonas Souza
Agradecimentos – Manifesto Bar e Bateras Beat

Texto original e completo: edição inglesa online da revista especializada METAL HAMMER

Conforme já amplamente divulgado, o METALLICA fechará a BlizzCon 2014. Se você for um dos –poucos – sortudos que conseguiram comprar um ingresso para o último dia, já deve ter se informado e sabido que artistas que se apresentaram anteriormente na BlizzCon – entre eles OZZY OSBOURNE – já confessaram ser fãs do [jogo] WORLD OF WARCRAFT. Ainda não se sabe se algum membro do Metallica joga WoW, mas e se eles o fossem? Uma coisa é certa: eles não fariam parte da facção Alliance. A ferocidade da música deles se encaixa melhor com a Horde.

James Hetfield

Raça: Orc
Classe: Hunter
Provável nome do personagem: Hetfield WarMouth

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Lars Ulrich

Raça: Goblin
Classe: Death Knight
Provável nome do personagem: The Unholy Uhls

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Kirk Hammet

Raça: Undead
Classe: Warlock
Provável nome do personagem: Hammeth The Silent

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Robert Trujillo

Raça: Tauren
Classe: Warrior
Provável nome do personagem: Robert Trujillo

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Texto original de autoria do Dr. Jules Coleman para o site Audio Buzz

Eu tenho escrito resenhas de conteúdo e equipamento de áudio por quase duas décadas e durante esse tempo, eu tive a sorte de ter ouvido e possuído mais do que a minha cota de equipamento de ponta. Antes de me aposentar recentemente da Universidade de Nova Iorque, eu fui honrado ao me tornar membro do Clive Davis Institute of Recorded Music. Eu vi parte do futuro enquanto inovadores trabalham para criar reproduções musicais em 3D a partir de discos em 2D. Resumindo, eu fui submergido profundamente no mundo da música gravada por um período razoavelmente longo de tempo – de vários modos e em vários níveis.

As técnicas de gravação nunca foram mais sofisticadas, mas é muito menos claro que os resultados tenham melhorado significantemente, se é que melhoraram. As melhores gravações são, sem dúvida alguma, tão boas ou melhores do que elas jamais foram antes, mas em média, os registros não estão melhores se levarmos em conta o que todos os sofisticados engenheiros e suas técnicas, mixers e engenheiros de masterização ostentam em seus trabalhos.

Eu jogo bastante golfe – eu sei, sem risos, por favor. E verdade seja dita, eu sou muito bom, apesar de que a certa altura, eu fui consideravelmente melhor do que sou agora. O equipamento de golfe é tecnicamente muito mais avançado do que jamais foi. Há claramente mais excelentes jogadores de golfe do que jamais houve. Também há mais professores de golfe do que jamais houve em diversos graus de competência, temo eu. A real é que os comentaristas esportivos na cobertura da TV sabem menos sobre os aspectos técnicos do golfe do que vários golfistas sérios. Isso não quer dizer que eles não possam orientar. Afinal, a maioria deles já está treinando jogadores muito bons e tudo que é exigido deles é que eles façam melhoras marginais [o que pode fazer uma enorme diferença no desempenho] e não foder muito com os jogadores.

Isso me lembra de quando eu fui pra pós-graduação em Filosofia na Universidade Rockfeller. Tínhamos algo entre 10-15 estudantes no programa e um número igual de professores – todos reconhecidos em seus meios.

Nossa educação na faculdade ficou entre não-existente e muito boa. Não havia currículo discernível e nenhum programa pelo qual pudéssemos proceder. Ríamos muito disso. Muitos anos depois eu fui colega de alguns de meus antigos professores dos dias da Rockfeller e fora revelado a mim por eles que a estratégia acadêmica básica que definia o programa era mais ou menos essa: nossos alunos entram na pós entre os mais inteligentes de seus campos. Não vamos estraga-los. Vamos nos assegurar de que eles possam ser tão criativos e perspicazes como eles eram quando entraram.

E é assim na instrução de golfe entre os técnicos famosos que ensinam todos os melhores jogadores.

O ponto-chave do curso é lembrar que a vasta maioria dos golfistas – mesmo com todos os avanços técnicos nos equipamentos e ferramentas de ensino – não são melhores na média do que eram 20 anos atrás. As deficiências em média não foram diminuídas, e isso inclui as deficiências medianas do número crescente de jogadores muito, muito bons cujas deficiências foram dramaticamente aplacadas. No golfe, pelo menos, o teto subiu, mas o chão despencou.

Na fonografia, os avanços técnicos elevaram o chão em vários domínios, e enquanto houve várias inovações na técnica que irá fornecer oportunidades para o real avanço, a verdade é que o teto não foi muito erguido.

As técnicas não melhoraram muito, já que se trata de um caso de serem mais acessíveis a custos razoáveis. Tem havido um achatamento da produção e na qualidade da engenharia que os outros podem até considerar como um tipo de ‘democratização’. A parte boa disso é realmente ótima, mas há um declive acentuado depois disso, e a maioria é simplesmente passável. As mãos e ouvidos criativos são poucos e não interagem entre si.

Se passarmos do processo de gravação para o sistema de reprodução, a situação é apenas marginalmente diferente, mas de modo crucial. Minha experiência é que é muito fácil montar um sistema absolutamente desfrutável por um preço razoável. As pessoas, claro, diferem no que tange a ‘preço razoável’ e eu entendo isso. Houve um tempo em que eu estava bem de dinheiro [não durou muito] e eu achava que 50 mil dólares era um valor, se não razoável, pelo menos não irracional. E claro, o mundo está cheio de gente que compra automóveis que custam três vezes mais do que isso e casas e apartamentos que equivalem a muitos múltiplos disso.

O principal conceito não é o preço, mas o valor relativo medido subjetivo. A reprodução fonográfica, assim como itens de luxo geralmente devem ser avaliados por seu valor relativo – e de modo subjetivo. Diferentemente de pinturas ou outras obras de arte em torno dos quais uma prática até certo modo crível de avaliação objetiva é válida – as práticas que crescem em torno da análise do valor de equipamento de áudio são, pelo menos a meu modo de ver, não muito merecedoras de crédito. Não há quase nenhum ofício nelas; muito menos meios de educar-se. Há mais corrupção do que deveria haver, e quase sem mecanismos para combate-la. Há poucos padrões e até menos portadores e guardiães de padrões. Eu poderia continuar, mas não teria motivo. Eu apenas aborreceria às pessoas sem necessidade.

 

Continua…

 

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O guitarrista do ANTHRAXSCOTT IAN, afirma que GENE SIMMON$ só acredita que o rock esteja morto porque ele só pensa pelo prisma dos negócios.

Ao invés disso, ele argumenta, o gênero está vivo e vai muito bem – e sempre viverá.

Mês passado, Simmon$ disse que os downloads ilegais e falta de apoio da indústria haviam matado o rock, mas ele teve uma reação em massa imediata de vários músicos, incluindo DEE SNIDER e SLASH.

Agora, Ian entrou na discussão, dizendo à rádio WHEB-FM: “Eu acho exatamente o contrário. Eu não olho para as coisas do ponto de vista corporativo como Gene faz. Apenas pelo fato de a mídia poder não estar prestando atenção como prestava, ou as gravadoras estarem procurando pelo próximo astro pop de 16 anos. Pra mim, o rock nunca estará morto, desde que haja bandas que queiram tocar esse tipo de música. Não tem nada a ver com o que a mídia está enfiando na garganta do povo. Eu nunca olhei por esse prisma, porque nunca precisamos das rádios e nunca precisamos da MTV para fazer o que fazemos. Tudo o que fazemos e compor as melhores músicas que podemos e temos sido o melhor que podemos ao vivo por mais de 30 anos. E é por isso que o rock nunca morrerá. Não tem nada a ver com a mídia, não tem nada a ver com negócios. Só tem a ver com bandas tocando músicas de suas entranhas, e é só isso que importa pra mim.”

 

 

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Metal allstars: Festa oficial do evento acontece amanhã em SP

A festa oficial de um dos shows mais esperados do ano acontece hoje 23 de outubro em SP e será uma confraternização entre as bandas nacionais Project46, Capadocia e Korzus além de contar com Djs, sorteios de brindes  e venda exclusiva de ingressos para o grande evento no dia 22 de novembro no Espaço das Américas.

*Quem tem ingresso do Metal All Stars entra na faixa, quem não tem pode adquirir na hora sem taxa de conveniência.

Para quem cobrou o ingresso com a opção de receber em casa ou retirar na bilheteria no dia do evento é só levar o email com a confirmação de compra e entrar na festa de graça.

Será uma grande festa em homenagem aos clássicos do heavy metal mundial!

Data: 23.10.14 (Quinta-feira)

Horário: 22 hs

Local: Ozzie Pub

Endereço: Rua Brigadeiro Galvão 871 – Barra Funda, SP

#vaiterMetal

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O líder do SLIPKNOT e do STONE SOURCOREY TAYLOR, é um homem de vários projetos, mas em certo momento de sua carreira, ele quase se tornou o frontman do ANTHRAX. Durante uma recente participação no podcast ‘Talk Is Jericho’ com CHRIS JERICHO, Taylor entrou em detalhes sobre como quase rolou de ele ser o vocalista da veterana banda de NYC e como ele ficar aborrecido por isso não ter se concretizado.

Taylor diz que a ideia começou depois de ele ser convidado para juntar-se a FRANK BELLO em uma performance acústica em NYC. Ele contou a Jericho, ‘Começamos a fazer um som e nos divertimos muito e fomos jantar em algum canto e alguém, não sei quem, disse brincando, ‘por que você não canta pra gente?’ E todos rimos e daí ficamos em silêncio e concluímos, ‘Bem, por que não canto mesmo?’

Isso aconteceu em um momento entre o álbum ‘Come What [Ever] May’ do Stone Sour e ‘All Hope Is Gone’, do Slipknot. Também se passou não muito tempo depois que o Anthrax tinha demitido DAN NELSON. “Eles ficaram tipo, ‘Não sabemos o que fazer’”, diz Taylor. “Eu espero que ele tome um tiro na rótula ou algo assim pelo jeito que ele tratou aquela banda”, emenda o vocalista, logo antes de retirar o que diz.

Taylor já tinha uma longa relação com a banda àquela altura do campeonato e considerara compor algo com eles por várias ocasiões ao longo dos anos. Ele conta, “Com o Anthrax, é tudo muito deprimente porque eu estava literalmente pronto para ir de avião até Chicago para começar a compor com eles. CHARLIE BENANTE e SCOTT IAN tinham me mandado um monte de material e eu estava escrevendo a letra em cima e muito dele acabou em ‘Worship Music’. Não com as minhas letras, mas as músicas, então quando eu o ouvi, pensei, ‘Eu reconheço isso, eu reconheço aquilo.’”.

Infelizmente para Taylor, a gravadora Roadrunner interveio e não permitiu que ele o fizesse, já que eles estavam apressando o Slipknot para que lançassem ‘All Hope Is Gone’.

O vocalista agora conclui: “Analisando agora, eu fico feliz por ter sido do jeito que foi, mas ainda é uma merda porque eu queria muito. Eu amo aqueles caras. Mas eles voltaram com Joey Belladonnna e aquele disco é fabuloso. ‘Worship Music’ é uma das razões pelas quais pegamos Jay Ruston para mixar o disco ‘House Of Gold And Bones’.”