Bem-Vindo!

Ao site do Lokaos Rock Show.


ROCK DE VERDADE, COMO DEVE SER MOSTRADO!

Colaremos:

27/03/2014 12:28

Lokaos Baú do Gastão – Iron Maiden

Author: lokaos

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No primeiro webisódio de uma série de cinco, o icônico – e decano – VJ da finada MTV Brasil, GASTÃO MOREIRA, repassa sua relação jornalística com um dos maiores nomes do Metal de todos os tempos: o IRON MAIDEN. Junto a ele, o apresentador EDU ROX.

Gravação – Rafael Pacheco e Guilherme Krol Lins
Edição – Rafael Pacheco

21/02/2014 22:17

Lokaos entrevista Phil Lewis do L.A. Guns

Author: lokaos

 

 

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  O vocalista Phil Lewis esteve em São Paulo recentemente para uma apresentação no Manifesto Bar, ocasião à qual nossarepórter Dani Buarque conversou com o frontman da formação clássica do L.A. Guns sobre uma ramificada gama deassuntos, incluindo aí sua arenga com Nikki Sixx, o rompimento com Tracii Guns, sua amizade com Bruce Dickinson, dentre outros. Confira a entrevista no vídeo abaixo:

Pauta – Edu Rox e Nacho Belgrande
Gravação – Gabriel Carvalho
Edição – Jonas Souza
Agradecimentos – Victor Servinskas e Manifesto Bar

16/04/2014 17:44

Max Cavalera: as drogas e desatinos do período com o Sepultura

Author: NachoBelgrande

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O frontman do SOULFLYMAX CAVALERA, tem feito a divulgação da edição em inglês de sua autobiografia, “My Bloody Roots: From Sepultura to Soulfly and Beyond – The Autobiography”, lançada ontem nos EUA, e falando com o jornal Phoenix New Times, mencionou algumas das passagens mais loucas da obra:

Eu emputeci muita gente. Eu chamei a ex-esposa de Iggor de puta. Paulo não tocou em muitos dos discos. É a verdade. Muita gente não sabia disso. Eu não quis esconder nada. Foi verdadeiro. Até minhas merdas com drogas e álcool. Eu abusei pra cacete deles. Eu não sei como eu sobrevivi. Eu estava tomando tipo, 25 comprimidos de Vicodin por dia e bebendo duas garrafas de vinho por cima. As pessoas precisam saber dessa merda.

Eu estou limpo faz uns oito anos agora.

O começo do Sepultura… era eu pulando pelo palco feito um Diabo da tasmânia e isso era geralmente depois de seis doses de vodka e alguns analgésicos, mas eu não ficava chapado. Era combustível para o show.

Eu sou humano, você sabe, e vulnerável como todo mundo. Eu luto contra demônios contra todo mundo. Foi duro largar de certas coisas. Eu gosto de beber. Eu gosto de ficar chapado. Eu nunca teria vomitado em Eddie Vedder, mas vomitei porque estava chapado. Mesma coisa com Lemmy. Eu nunca teria jogado vinho na cabeça dele, mas eu estava chapado. Eu nunca teria feito isso agora – não em meu estado de sanidade mental – mas eu não aceitava viver de outro modo.

Eu queria que o Sepultura tocasse ‘Orgasmatron’, mas Lemmy não nos deixava, então eu fiquei puto e na ultima noite daquela turnê, todos subimos ao palco durante a última música do Motörhead pelados [risos] com meias em nossas pirocas e arruinamos a noite deles. Lemmy ficou muito puto e gritou com Gloria. Ele disse a ela que nunca daríamos certo no rock n’ roll e que éramos não-profissionais e toda aquela merda. Temos dado risada disso desde então, e acho que ganhamos o respeito deles, de certo modo.

 

 

 

VINNY APPICE 'Would Love' To Play With BLACK SABBATH Again: 'I'm Here For Them If They Need Me'

FREDERIK POLBACK do programa radiofônico sueco dedicado ao classic rock “Radio Fireball” conversou semana passada com o decano baterista VINNY APPICE [BLACK SABBATHHEAVEN & HELLDIOLAST IN LINE]. O que segue abaixo é uma compilação de trechos da entrevista traduzidos para o português.

Sobre RONNIE JAMES DIO:

“Éramos como irmãos. Tínhamos muito em comum. Ambos de Nova Iorque, ambos italianos. Gostávamos das mesmas comidas, odiávamos muito das mesmas comidas. A única grande diferença era que ele adorava esportes e eu não ligo nada para esportes. Eu nunca liguei. E isso era o divertido. Quando ele assistia a jogos, eu assistia com ele e ele me explicava as regras. Eu não sei o que acontece ali. ‘Por que ele fez aquilo? ’ Ronnie adorava explicar. Nos dávamos muito bem. Ele era um cantor fabuloso, uma pessoa criativa fabulosa. Foi demais poder tocar com ele. Ele era um workaholic. Se dependesse de Ronnie, ele trabalharia 15 horas por dia com música. Ele ficava focado naquilo. A vida dele era música. A vida dele eram seus fãs. Ele sempre estava tentando melhorar e melhorar e melhorar. Ele sempre estava compondo. Ele sempre queria sair em turnê. Ele nunca parou de excursionar em toda sua carreira. Algumas pessoas dizem que ele era um perfeccionista, mas ele só queria dar o melhor que pudesse e eu achava fácil trabalhar com Ronnie. Algumas pessoas não achavam, algumas pessoas ficavam um pouco estressadas, mas a maioria de nós captava o que ele estava tentando fazer e trabalhávamos duro naquilo. Quando estávamos gravando ‘Dehumanizer’ e ‘The Devil You Know’, nós gravamos no País de Gales. Tivemos que morar lá por um mês ou algo assim, então era como estarmos longe de casa por muito tempo. E saíamos para caminhar o tempo todo, conversando. Coisa desse tipo não tem preço. Depois de toda a loucura de tudo a nosso redor – nós excursionávamos e tocávamos e dávamos entrevistas e isso e aquilo – era apenas uma inocente caminhada. Bons tempos. Mesma coisa com Tony [Íons] e Geisel [Boiler]. Algumas vezes todos saíamos para caminhar, a banda toda. Apenas quatro amigos saindo para caminhar, conversando.”

Sobre excursionar com DIO, BLACK SABBATH e HEAVEN & HELL:

“Nós sempre ficávamos nos mesmos quartos de hotel. Todo mundo tinha o mesmo quarto. Não ficávamos em um quarto, todo mundo tinha seu quarto [risos]. Com Dio, muitas vezes, íamos se avião sempre que podíamos. Se pudesse ser na classe executiva, íamos, se não, íamos em outra. Mais pro final, Ronnie tinha muitas milhas e ele sempre fazia o upgrade para classe executiva. E eu também. Com o Sabbath, sempre íamos na classe executiva e ficávamos em bons hotéis. Na verdade, alguns dos hotéis do Heaven & Hell eram tão bons, mas eram bem longe do local do show, e Ronnie queria ficar mais perto. Então pegávamos outro não tão bom. Ao invés de ficar no Ritz Carlton, ficávamos no Marriott ou no Hyatt. Algo mais perto da cidade.”

Sobre o porquê de ele não ter sido chamado para tocar com o BLACK SABBATH depois de o baterista original, BILL WARD, ter recusado reunir-se com a banda no fim de 2012:

“Eu acho que provavelmente tem algo a ver com termos feito quatro anos com o HEAVEN & HELL e era o Tony, Geezer e eu. Se eu estivesse no Sabbath hoje em dia, seria Tony, Geezer, eu e Ozzy. Talvez Ozzy tenha achado isso estranho, ou talvez a banda tenha achado esquisito, como se fosse o H&H com Ozzy e eles quisessem manter uma diferença. E houve diferentes produtores envolvidos. RICK RUBIN foi envolvido. Ele conhece o baterista que estava na banda, BRAD [WILK, do RAGE AGAINST THE MACHINE]. Ele não me conhece. Pode ser uma infinidade de coisas. Eles sabem que eu amaria fazer isso e estou aqui pra eles, caso eles precisem.”

 

 

O novo álbum do BLACK LABEL SOCIETY, o excelente “Catacombs Of The Black Vatican”, vendeu em torno de 26mil cópias nos EUA em sua primeira semana de comercialização, o que lhe garantiu o #5 na parada da edição estadunidense da revista Billboard, auditada pela empresa Nielsen através do método Soundscan de coletas.

O disco anterior do grupo, “Order Of The Black”, abriu sua primeira semana com por volta de 33mil cópias e chegou ao #4 daquele ranking.

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Por NACHO BELGRANDE

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Durante mais uma de suas sessões de perguntas e respostas com os fãs via Twitter, o baixista e fundador do MÖTLEY CRÜENIKKI SIXX, deixou transparecer mais uma vez sua recorrente e claudicante mágoa com o vocalista JOHN CORABI, que integrou a banda de 1992 a 1996 e com ela lançou dois álbuns, “Mötley Crüe” e “Quaternary” [ambos de 1994] – gravados durante as sessões que, segundo muitos refletem o momento musical mais rico, inspirado e pesado da história do grupo.

Corabi, egresso do THE SCREAM para o Crüe após o rompimento deles com VINCE NEIL, chegou ainda a colaborar com Sixx em idos de 2002, quando este e o guitarrista TRACII GUNS montaram o malfadado projeto punk-pop BRIDES OF DESTRUCTION, do qual John se desligaria ainda no estágio das demos por achar o direcionamento musical muito pouco empolgante. Após sua demissão do Mötley em 1996, ele ainda fora orientado pelo próprio Sixx a procurar outro desabrigado, BRUCE KULICK, que estava em resguardo do KI$$ após a volta da formação original. Juntos, eles formariam o UNION.

Como tudo na indústria do show business, as pendências legais e financeiras entre Corabi e os empresários e a gravadora do Crüe tiveram que ser decididas diante de um magistrado, e é isso que parece ainda incomodar ao baixista.

Respondendo aos fãs, Nikki deixou claros seus sentimentos em relação à Corabi e às perspectivas de trabalhar com ele mais uma vez:

@TheBigTime001: Lá no fundo, você deseja que John tivesse ficado na banda??

@NikkiSixx: JOHN QUEM? O QUE NOS PROCESSOU POR GANÂNCIA?

@RJRod72: Haverá uma tour de reunião do Mötley com John Corabi depois da atual turnê do Crüe?

@NikkiSixx: NÃO ENQUANTO EU FOR VIVO

@Byron6473: Mas John não foi do Brides Of Destruction depois do processo? Estranho, eu achava que vocês estavam de boa um com o outro…

@NikkiSixx: TODO MUNDO QUER SEU DINHEIRO

 

Fez seu primeiro show ontem em Olinda, na Grande Recife, o GUNS N’ ROSES, e como qualquer banda de porte considerável que se apresente no Brasil, o grupo foi alvo de um sindicato de camelôs e ambulantes vendendo uma vasta gama de porcarias e badulaques de origem duvidosa aos incautos.

Foi nesse templo de infiéis que o site Perfect Crime – quiçá o mais confiável e lépido dentre todos os séquitos brasileiros sobre todas as coisas GN’R – registrou uma ocorrência de chacina lexicográfica que vitimou a sete dos oito [ainda são só oito mesmo?] integrantes da agremiação musical da Unidos de Nossa Senhora da Rainha de Los Angeles.

Aprecie abaixo um flagrante brutal do descaso das autoridades com as prostitutas locais, que, ao serem forçadas a estudarem inglês para receber turistas durante a Copa do Mundo, tiveram que deixar seus filhos nas creches confeccionando merchandise para vender no semáforo:

Lexico