Bem-Vindo!

Ao site do Lokaos Rock Show.


ROCK DE VERDADE, COMO DEVE SER MOSTRADO!

Colaremos:

25/06/2014 18:48

Lokaos Baú do Gastão – Ramones

Author: lokaos

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Em mais um webisódio da série BAÚ DO GASTÃO, editada mensalmente pelo decano do jornalismo televisivo dedicado ao rock e ao metal no Brasil GASTÃO MOREIRA em sessão de conversa com o apresentador do LoKaos Rock Show, Edu Rox, o antigo apresentador do Fúria Metal na extinta MTV fala sobre a maior das bandas punk: os RAMONES.

Gravação – Rafael Pacheco e Guilherme Krol Lins
Edição – Rafael Pacheco

Agradecimentos: Inferno Club

por NACHO BELGRANDE

Premiere Of Warner Bros. Pictures And Legendary Pictures' "Godzilla" - Red Carpet

O cofundador do KI$$GENE SIMMONS, diz que tem orgulho de estar entre a parcela de 1% mais rica da população mundial – e insiste que todos os demais têm uma dívida de gratidão para com ele.

O baixista acredita que o mundo se tornaria um ‘caos’ se não fosse por ele e sua grei milionária.

Ele disse ao UTSanDiego.com: “O um por cento paga oitenta por cento de todos os impostos. 50 por cento da população dos EUA não paga impostos. O um por cento provê todos os empregos para todos os demais. Se esse um por cento não existisse, haveria caos e a economia cairia morta.

Ele ainda emendou: “Tente ser gentil com pessoas ricas. Eu não me lembro da última pessoa pobre que me deu um emprego.”

Ao descrever seus 30 anos de extrema segurança financeira como ‘fantásticos’, ele ainda acrescentou: “Sabe como eu soletro ‘descarado’? O-r-g-u-l-h-o-s-o.”

E ele explica: “As pessoas muitas vezes confundem meu orgulho e autoconfiança com arrogância. Eu sou como um animal na selva que mija no chão e não pede permissão. Isso é total revelação perante aos fatos – os outros guardam suas opiniões pra si mesmos e nunca dizem quem são. Você sempre sabe quem eu sou. Você não tem que gostar disso.”

  1. A música lhe soa estranha aos ouvidos caso ela não tenha riscados, chiados e estalos.

18 Signs You Are Addicted To Collecting Vinyl

2. Você está disposto a gastar horas do seu tempo se certificando de que sua coleção esteja devidamente ordenada em modo alfabético.

You're willing to spend hours of your time making sure your collection is perfectly alphabetized.

3; Sua coleção de discos é o foco principal da decoração da sua casa.

Your record collection is the focus of your home decor.

4. Algumas das paredes da sua casa têm esse aspecto, ou você quer que elas o tenham.

Some of your walls look just like this, or you want them to.

5. A casa dos seus sonhos é mais ou menos assim:

Your dream house looks something like this.

6. Você está pronto para largar seja lá o que estiver fazendo, esteja onde estiver, para ir até uma loja de discos, um sebo ou um bazar.

7. Você dedilha cada disco de uma loja cuidadosamente porque você nunca sabe o que pode achar.

18 Signs You Are Addicted To Collecting Vinyl

8. Você olha para uma foto como essa e pensa: ‘destino das minhas férias’.

You look at a photo like this and think "vacation destination."

9. Você está constantemente preocupado com que alguém dê um lance mais alto que o seu no Ebay.

You are constantly worried about being outbid on eBay.

10.Isso é mais bonito, perante seus olhos, do que uma flor de verdade.

This is more beautiful than an actual flower.

 

11. Olhar para uma foto dessas faz com que você pense nervosamente – ISSO NÃO É JEITO DE SE GUARDAR UM DISCO!!!

Looking at a photo like this makes you quietly freak out – THAT'S NOT HOW YOU STORE A RECORD! YOU'RE GOING TO RUIN IT!!!

 

12. Você tem opiniões contundentes sobre áudio digital.

 

You have strong opinions about digital audio.

 

13. Você também tem uma relação passional com vinil colorido.

You also have some very intense feelings about colored vinyl.

14. Você desdenha de novas e caras prensagens de álbuns que pode achar em sebos todo o tempo.

You roll your eyes at expensive, inferior new pressings of albums that you can find in used bins all over.

15. Você está sempre pensando se está na hora de trocar sua agulha.

You're always wondering, "is it time to replace my needle yet?"

16. Você torce e reza para que todo álbum novo que você gosta saia em vinil.

18 Signs You Are Addicted To Collecting Vinyl

17. Há pelo menos um disco que você nunca consegue achar ou não tem como comprar, e saber que ele está circulando por aí lhe enlouquece lentamente.

There's at least one record that you can never find or can't afford, and knowing it's out there and you can't have it slowly drives you insane.

18. Você está sempre pronto para discutir sobre a superioridade do vinil sobre o CD, a qualquer hora e momento.

You are ready and willing to argue about the superiority of vinyl over CDs at any given moment.

Texto original do site Buzzfeed

 

por NACHO BELGRANDE

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Após ter encerrado a produção do toca-discos mais famoso e vendido da história da humanidade, o TECHNICS SL-1200, a Panasonic teve que ouvir o clamor de uma considerável gama de profissionais da reprodução fonográfica [como DJs e produtores musicais] e também de audiófilos de orçamento bastante diminuto, que tinham no 1200 o expoente máximo de convergência entre preço acessível e playback minimamente fiel.

Em maio passado, um grupo composto por essa grei juntou-se no intento de promover um abaixo-assinado online direcionado ao gigante dos eletrônicos solicitando – ou exigindo – a volta da produção da linha do modelo, e parece que a empresa, por meio de um eficaz departamento de RP, deu ouvidos ao esforço.

Nesta semana que passou a Panasonic anunciou que voltará a produzir o TSL-1200, e que o primeiro lote do revival do aparelho, atualizado com nova arquitetura e engenharia para otimização do desempenho, chega às lojas – pelo menos do Japão – ainda esse ano.

 

 

18/07/2014 16:54

Bandas Cover: o mercado para elas morre acentuadamente nos EUA

Author: NachoBelgrande

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O rock chegou pra ficar, cantaram Danny & The Juniors mais de meio século atrás. Já os roqueiros do circuito de bares dos EUA não tem tanta certeza assim.

Entre os abatidos está STEVE BROWN, um guitarrista de 44 anos que toca classic rock pra viver.

Apesar de um flerte com a fama, Brown não recusa nem o mais deprimente dos shows. Num dia ele se apresentará em frente a milhares de pessoas com sua banda, o TRIXTER, cujos vídeos estiveram no topo das paradas da MTV no começo dos anos 90. No outro, ele vai estar com um colete amarelo de estampa de zebra mandando ‘I Wanna Dance With Somebody’ de Whitney Houston em uma festa nos Hamptons, ou cantando ‘Hotel California’ enquanto os fregueses olham os carros em uma concessionária em Nova Jérsei.

‘Nem todo show é naipe Madison Square Garden’, ele diz.

Brown está entre os muitos artistas de bandas cover que home em dia tem mais dificuldade de se sustentar. O problema é a falta de lucratividade de shows em bares [graças a DJs, noites de jogos musicais, karaokê, e mudança de gosto musical] combinada com um bando de músico de meia-idade que não tem como abandonar a cena.

“Se você dissesse que Steve Brown estaria vestindo calça de lycra, tocando uma guitarra rosa choque e verde e tocando músicas de Michael Jackson e Madonna três anos atrás, eu teria dito, ‘Nem fudendo’”, afirma o músico de Nova Jérsei. “A minha carreira meio que andou pra trás.”

Carla Russel, de 46 anos, costumava fazer 150 shows por ano com sua banda Kozmic Mama. Agora, ela faz metade disso, e os shows não são sempre tão bons assim. Em um casamento em Huntsville, Alabama, a plateia estava sóbria demais para dançar, já que não estavam servindo álcool. A vocalista decidiu pular ‘Sex Machine’ e ‘Let’s Get It On’. “Eles não teriam aproveitado”.

Bobby Lynch, um pianista de 32 anos, tem 12 modelos diferentes de apresentação – que variam desde um show solo até um duelo de pianos – para se adaptar a clientes como a empresa Ernst & Young, a montadora Maseratti e o Empire City Casino em Yonkers, Nova Iorque.

Ainda assim, de vez em quando ele canta canções natalinas em asilos no inverno. “Eu me sinto como se tivesse chegado à morte da cena de artistas cover”, ele diz.

Shows de bandas cover em bares começaram a ralear cerca de uma década atrás, quando o ramo musical bambeou e os donos de casas noturnas foram afetados pela recessão reduziram seus orçamentos, dizem os experts da indústria. Legislações mais duras sobre beber e dirigir e o custo de se ter um alvará para vender álcool também não ajudaram.

Sterling Howard, de 67 anos, dono da Musician’s Contact, uma agência de músicos, tem ajudado a roqueiros conseguirem shows por 40 anos, e ele nunca viu a coisa tão feia. Os jovens não vão tanto a bares na esperança de conhecer mulheres, ele diz, enquanto algumas pessoas preferem karaokês ou até o silêncio em detrimento de alguém tocando covers do Bad Company.

“As pessoas estão assistindo a seus próprios amigos embriagados, o que talvez seja mais divertido”, diz Howard.

De acordo com as estimativas de Howard, bandas de cover que tocam músicas que estão nas paradas de sucesso tiveram seu mercado de show encolhido em 80% nos últimos 15 anos. O desemprego entre músicos está subindo sensivelmente: foi para 9% ano passado, comparado com 5% em 2006, diz a National Endowment Of The Art, baseada em dados do governo dos EUA.

O pagamento também não acompanhou o tempo, dizem artistas e empresários. Uma banda que ganhava 800 dólares por show nos anos 80 não ganha muito mais do que isso hoje em dia. A inflação comeu o cachê.

Brook Hansen sabe disso. Tecladista com uma tatuagem do YES em seu braço, ele vivia bem, diz ele, tocando piano em Nashville, bases militares dos EUA na Europa e hotéis na China.

Ele se estabeleceu em Las Vegas em 1999, ganhando 700 dólares por semana em bandas de salão. Daí os donos de cassino cortaram os gastos depois do 11 de setembro.

Em um sábado recente, ele e um colega cantaram músicas tornadas famosas pelo grupo Survivor em um pequeno bar de um cassino. O fã mais entusiasmados parecia ser a esposa de Hansen. Hansen leva idosos de carro para consultas médicas para complementar sua renda. Ele espera sair do pais, talvez para o Bahrein, onde a demanda por músicos é alta. “É como Vegas 30 anos atrás”, ele diz.

Algumas bandas covers de rock ganham um bom dinheiro, especialmente aquelas dispostas a viver em navios ou tocarem em bandas tributo, imitando astros do rock.

Depois de engrossar o couro tocando em bandas cover de Nova Jérsei quando garoto, Brown fundou o grupo de pop metal Trixter aos 12 anos. Ele compunha a maioria do material, e excursionou pelo país com astros como o Poison e o Scorpions.

Quando aquele estilo de rock perdeu o fôlego, o guitarrista de cabelo armado voltou às suas raízes e deu início a uma sucessão de bandas cover, incluindo uma devotada a seu ídolo, Eddie Van Halen. Brown ainda tem aquele entusiasmo juvenil: “Você tem que ser como um octopus”, ele diz. “Suas mãos, seus tentáculos, pegam diferentes fontes de renda.”

Em uma dessas noites de sexta-feira, ele cozinhou jantar pra sua família, beijou sua esposa e seu filho e levou sua filha adolescente de carro para dormir na casa de uma amiga. Minutos depois, ele estava carregando seu equipamento de som para dentro da Elm Street Grill em Oakland, um bar esportivo em um shopping próximo dali.

“Vai ter karaokê?”, perguntou um homem de meia idade fumando fora do bar. “Não, é uma banda de rock”, respondeu Brown.

 

17/07/2014 16:19

Chris Holmes: ‘A cultura negra arruinou o metal nos EUA’

Author: NachoBelgrande

por NACHO BELGRANDE

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O ex-guitarrista do W.A.S.P.CHRIS HOLMES, depois de amargar um longo período de ostracismo e pobreza [ele vendeu seu último bem, um Pontiac Firebird 1987, no começo desse ano], mudou-se definitivamente para a cidade praiana de Cannes, sul da França, de onde ele diz que não sai mais, e muito menos considera voltar para seu país natal, os EUA.

Bastante ressentido com o cenário artístico musical daquele país, Holmes culpa os negros estadunidenses por arruinarem o ‘metal’.

Em uma entrevista com a revista Riff, ele afirmou que o hip-hop só vende bem porque ‘a cultura negra’ é predominante.

Bem, a menos que você seja o contrário de mim – um artista do hip hop ou um rapper – você não venderá mais nos EUA. Não há mais revistas de rock. A cultura negra realmente… a cultura negra levou o hip hop aos brancos… a cultura branca e todos os jovens agem daquele jeito, eles usam calças mostrando a cueca. Eu acho que é… eu não tenho 100% de certeza, mas quando eles vão pra escola e ouvem hard rock, chamam de ‘música de frouxo’, é o que dizem pra eles, ‘Você precisa ouvir gangster rap’. Eu acho que é isso.”