Bem-Vindo!

Ao site do Lokaos Rock Show.


ROCK DE VERDADE, COMO DEVE SER MOSTRADO!

Colaremos:

18/09/2014 03:21

Lokaos entrevista Dave Lombardo (ex-Slayer)

Author: lokaos

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Julia Bueno entrevistou o lendário baterista Dave Lombardo, ele fala sobre sua passagem pelo Brasil, Slayer, projetos futuros e muito mais, confira:

Pauta – Edu Rox e Nacho Belgrande
Tradução – Nacho Belgrande
Gravação – Gabriel Carvalho
Edição – Jonas Souza
Agradecimentos – Manifesto Bar e Bateras Beat

2014 M3 Rock Festival - Day 2

O frontman do STRYPERMICHAEL SWEET, diz que ele fica ‘bastante confuso’ pelo fato de as vendas de um álbum não se equipararem com o número de seguidores nas mídias sociais.

O vocalista e guitarrista, que recentemente anunciou uma parceria com GEORGE LYNCH, insiste que as pessoas simplesmente não estão comprando música – e que ele não entende isso.

Sweet disse à Totally Driven Radio: “As vendas de álbuns não se equiparam aos números de seguidores no Facebook e no Twitter. Se você tem um milhão de seguidores no Facebook e vende 10 mil cópias de um disco, algo está errado.”

“Há razões para isso, obviamente, como o fato de as pessoas não comprarem mais música hoje em dia, as pessoas as baixam, a economia está ruim, as pessoas não têm dinheiro – e por aí vai. Mas ainda há algo muito confuso nisso.”

“Parece que as vendas continuam a cair. Não importa que gênero musical – as vendas estão simplesmente caindo. As pessoas não estão comprando, ou por que motivo que seja, não querem mais comprar música.”

 

 

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O ex-baixista e backing vocal do VAN HALENMICHAEL ANTHONY, afirma que ele poderia facilmente ser o vocalista de qualquer banda.

Com o lançamento de ‘A Different Kind of Truth’ em 2012, fez-se o primeiro disco da banda sem a presença de Anthony, que fora substituído pelo filho do guitarrista EDDIEWOLFGANG.

Atualmente no CHICKENFOOT com outro emérito do VH, SAMMY HAGAR, o músico – em entrevista à radio 107.7 The Bone da região de São Francisco – comentou sobre sua facilidade com qualquer faixa de sua antiga banda e respondeu a por que ele não assume o posto de frontman de uma banda.

“Sim, sabe, eu poderia, mas não preciso desse tipo de pressão sobre mim. Vocalistas são uma espécie diferente. Não foi até o quarto ou quinto disco do Van Halen que as pessoas se deram conta, tipo ‘Wow! Você está fazendo os vocais de fundo naqueles discos. Não é David Lee Roth’. E eu digo, ‘Não, porra! Não é o David Lee Roth.’”

Quando perguntado sobre qual clássico do VH ele gostaria de fazer um cover, ele comentou, “Ahh…meu deus… eu cantei ‘Somebody Get Me a Doctor’. Essa rola fácil. Mas eu não sei… cara, eu cantaria qualquer uma delas. Eu poderia cantar qualquer uma dessas merdas. Eu consigo cantar todas [risos].” Michael cantava ‘Somebody Get Me A Doctor’ toda noite durante os shows da banda à ocasião da passagem do vocalista GARY CHERONE pelo grupo.

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O baixista do ALICE IN CHAINSMIKE INEZ, refuta a visão de que o grunge teria assassinado o chamado ‘hair metal’ – porque os dois gêneros não podem ser comparados.

Inez diz que as bandas de grunge de Seattle passaram anos aperfeiçoando seu som enquanto as bandas de hair metal estavam mais focadas em mulheres, roupas e cortes de cabelo. Mas ele insiste que amava de fato a cena de Los Angeles enquanto ela durou.

Ele disse a Lucas H. Gordon: “A diferença entre a cena de Los Angeles – eu sou nascido e criado aqui – e a de Seattle é que o Soundgarden foi uma banda por 10 anos antes de assinarem contrato com uma gravadora grande. Então eles tiveram muito tempo juntos para se solidificarem como banda.”

“Mesmo as bandas como Nirvana e Alice In Chains no começo e o Pearl Jam, Mother Love Bone – elas ficaram muito tempo juntas antes de lançarem sua música para o mundo. Então eu acho que isso foi muito importante.”

“Enquanto isso, em Los Angeles, elas só estavam tentando se entrosar e ficarem parecidas com outras bandas tipo ‘Ah, precisamos de um baixista com cabelo loiro e comprido’, ou ‘Precisamos de um vocalista de cabelo anelado’. Elas só estavam tentando fazer isso.”

“Então a música começou a ficar em segundo plano, creio eu. Mas eu te digo uma coisa sobre a cena de Los Angeles – havia mais garotas nos anos 80 aqui do que eu já vi em qualquer outro lugar em minha vida. Foi muito divertido ver aquilo.”

“Eu era muito jovem na época, mas foi divertido ver aquilo. Ver bandas como o Van Halen tocando em uma festa de quintal, o Mötley Crüe tocar no Whisky. Foi muito legal ver essas bandas. Eu e Slash somos os dois únicos astros do rock nascido se criados aqui [nota: Slash é na verdade, bretão]. É engraçado. Todo mundo vem pra cá, mas nós estivemos aqui o tempo todo. Vimos a coisa vir e sumir.”

 

20/10/2014 11:26

Bill Ward: ‘Quer aprender bateria? Ouça a Lars Ulrich’

Author: NachoBelgrande

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O baterista original do BLACK SABBATHBILL WARD, fez uma bela homenagem a LARS ULRICH, do METALLICA, chamando-o de um performer ‘excepcional’.

E o veterano músico, cuja relação com o Sabbath desintegrou-se durante as negociações para uma reunião em 2012, acredita que ele e Ulrich passaram por situações parecidas em suas carreiras.

Ward disse em seu programa na web radio Rock 50: “Lars é espiritualmente são – eu gosto muito disso. Muitos dos caminhos pelos quais Lars passou, eu também passei.”

Eu acabei podendo usar sejam lá quais forem meus talentos, e utilizar isso fosse lá em que tipo de música fizéssemos. Então é meio tipo, ‘É isso que eu tenho’. Eu me lembro de passar por um período, provavelmente 26 anos atrás, onde parei de competir. Eu tinha que descobrir o que conseguia fazer e fazer bom uso daquilo. Parece que Lars chegou a esse patamar também. E eu acho que ele faz um excelente trabalho.”

Ele afirma que estudantes de bateria fariam bem ao estudar a abordagem de Ulrich ao instrumento. “Suas criações levaram o som do Metallica ao limite da vanguarda do Metal. Há tantas coisas em todas aquelas músicas que são pontos de partida – outros bateristas podem olhar praquilo e concluir, ‘Bem, isso não existia antes.’”

Se você está aprendendo a tocar bateria, ouça a Lars, cara. Ele tem coisas muito boas com as quais você pode aprender.”

 

O guitarrista do ANTHRAXSCOTT IAN, lembra do plano do Metallica para demitir LARS ULRICH na metade dos anos 80.

Ian, que lançou essa semana seu livro, “I’m The Man: The Story Of That Guy From Anthrax”, afirma que ele não acredita que eles teriam ido até o fim com isso, mas ele confirma que a reposição do baterista foi bastante discutida.

O fundador do Anthrax ficou próximo do Metallica nos anos 80, quando as duas bandas excursionaram juntas. Ele ouviu o plano para ejetar Ulrich, que teria sido bolado durante a turnê final de CLIFF BURTON com o Metallica antes de sua trágica morte em um acidente de ônibus em 1986.

Ele contou à rádio 94.3 Kilo: “Muita gente tem me perguntado sobre isso, e essa é uma história que tem circulado por aí faz muito tempo. Eu não estou expondo isso – não é minha intenção. O meu livro não é d revelações. Não é esse tipo de livro.”

“Mas a história é que eles tinham feito um plano para mudar e arrumar um novo baterista. Todos ficamos muito surpresos com aquilo, porque a banda era os quatro. Eu pensei, ‘Wow! Mesmo?’ E eles me disseram, ‘Sim. Quando terminarmos essa turnê, vamos achar outro baterista.’”

“O que é que eu podia fazer? Sendo amigo com todos eles, você se sente, ‘Que pena pro Lars. Isso é uma merda.’ E ao mesmo tempo, você espera que seus amigos possam seguir em frente ou fazer o que eles querem com suas vidas.”

“Claro, a história acabou sendo diferente pro Metallica e eles vieram a se tornar, indiscutivelmente, uma das maiores bandas do planeta. Então eu apenas fico feliz que tudo deu certo pros meus amigos. Foi uma tragédia terrível Cliff ter sido morto naquele acidente de ônibus.”

Apesar de ouvir a banda discutir o futuro de Ulrich, Ian insiste que ele acreditou que aquilo nunca se concretizaria.

Ele completa: “Eu honestamente acho que não teria acontecido. Porque, acredite, eu já pensei bem nisso ao longo dos anos. Eu honestamente acho que a turnê teria terminado e que os ânimos se esfriariam e não acho que a mudança teria ocorrido.”