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24/01/2012 18:28

Aerosmith – Tudo que esconderam de você – FINAL

Author: NachoBelgrande

E o Aerosmith sem Tyler, funcionaria? A julgar pela resposta dos fãs na internet, a maioria fica totalmente paralisada com a idéia. “Não há Aerosmith sem Steven Tyler!”, parece ser o veredito unânime.

É uma cirurgia muito difícil: ninguém poderia substituir Steven, ele é único,” concorda Whitford, acrescentando, “mas se alguém estiver disposto a fazê-lo e houver química, por que não?

Perry também tem noção de que a carreira da banda tem prazo de validade; alguns membros dependem totalmente do dinheiro ganho excursionando, e tal como ele põe eloquentemente, “o fim está mais próximo do que o começo.”

Eu cresci em um tempo quando as bandas duravam dois ou três anos e daí morriam – literalmente. Janis, Jimi e Jim…” Perry reflete. “Cinco anos depois de o Aerosmith ter voltado eu me dei conta do quão frágeis éramos como humanos. Houve um tempo em que achei que éramos è prova de balas, mas daí coisas aconteceram e eu concluí que eu tinha que fazer um show como se fosse o último.

Perry admite que a porta sempre estará aberta para Tyler. “Seria ótimo fazer um show especial para comemorar nosso quadragésimo aniversário e se Steven quisesse aparecer e cantar algumas músicas, ele sempre será bem-vindo.

Num mundo perfeito, o Aerosmith entraria nos eixos de novo,” concorda Whitford. “Estamos no ocaso de nossas carreiras, então seria legal fazer algo certo. Ninguém nessa banda vai fazer algo tão grande como o Aerosmith”, ele emenda rindo, “Isso não vai acontecer.”

Quando esse artigo foi pro prelo, houve outra reviravolta nessa história interminável, de acordo com certas fontes, o Aerosmith se reuniria para ensaiar para uma série de shows em 20120. Isso coincidiria com a saída de Tyler da desintoxicação. Para jogar mais gasolina na fogueira, Perry cancelou shows na Europa e no Japão [sôo trecho da Inglaterra foi completo]. Isso implicaria que o Aerosmith – com ou sem Tyler – apareceria em público por volta de Abril daquele ano. Muitos chegaram a pensar que toda essa movimentação seria um modo de forçar Tyler a se tratar – o que a revista Classic Rock descarta.

Claro, para Steven Tyler, tudo dependia de completar seu tratamento, o que nunca PE garantido [a taxa de sucesso para pessoas completarem tratamento de reabilitação é de 30-50%] e querer voltar pra banda.

Eu acho que ao longo dos anos nós aprendemos que a mágica está em ter cinco caras que trabalham juntos, fazem música e deixam suas personalidades de lado,” diz Perry. “Nós podemos não ser os melhores músicos do mundo, mas há algo que se completa e fica mais forte com o tempo. Ficamos mais fortes quando tocamos juntos. Somos meio que uma família por escolha e como a maioria das famílias, nem sempre todo mundo está de bem um com o outro, então você tem que dar um jeito de fazer a coisa funcionar, porque vocês estão atados um ao outro. Famílias tem laços de sangue – as bandas são ligadas por mágica de poder fazer música.

É como um casamento,” conclui Tyler. “Alguns de nós não se dão bem, mas quando estamos no palco, nós com certeza nos damos e isso é tudo que importa certo?

30/11/2011 18:37

W. AXL ROSE: ‘Vocês São Todos Desprezíveis’ – FINAL

Author: NachoBelgrande

Por MICK WALL

 Traduzido por Nacho Belgrande

E finalmente, respondendo a porque ele tinha decidido chamar o álbum de ‘Chinese Democracy’, ele confessou: “Bem, há muitos movimentos por democracia na China, e é algo muito discutido, e é algo que será bom de se ver. Pode ser também apenas uma ironia, eu não sei, eu apenas curto o nome.”

Quando a [revista] Rolling Stone teve acesso ao estúdio para conduzir uma entrevista cara a cara com ele apenas algumas semanas depois, eles acharam um Axl que “parecia um pouco mais velho e mais encorpado do que o esbelto deus do rock dos dias de ‘Sweet Child O’ Mine’ vestido em roupas da Abercrombie & Fitch” com seu cabelo ruivo intacto e cortado à la Príncipe Valente.

Eles também descobriram um Axl menos galudo do que seus amigos mais chegados e empregados estavam acostumados a ver. Ao falar da nova banda que ele havia montado, ele admitiu que originalmente “isso não era o Guns N’ Roses, mas agora é.”

Quando, entretanto, ele foi perguntado se tinha considerado continuar com uma carreira solo, ele rebateu: “Eu pensei em largar tudo, mas não me pareceu certo. Eu não sou do tipo que escolhe acabar com algo e fugir.

Ao ouvir algumas das novas músicas – que a revista descreveu como ‘Physical Graffiti’ do Led Zeppelin remixado por Beck e Trent Reznor – incluindo a primeira execução de ‘Catcher in the Rye’, ‘IRS’, ‘The Blues’, ‘TWAT’ [abreviação de ‘There Was a Time’] e a faixa mais ‘grunge’ do disco, e a que mais chamava a atenção, ainda que estivesse apenas em sua forma instrumental, algo chamado ‘Oklahoma’, a qual Axl disse ser inspirada em suas audiências no fórum com Erin. “Eu estava sentado em meu litígio com minha ex-esposa, e foi um dia depois do atentado terrorista em Oklahoma”, lembra Axl. “É muito irônico que estejamos sentados aqui e essa pessoa está cuspindo tudo quanto é coisa e 168 pessoas acabaram de ser assassinadas. E essa pessoa com a qual estou sentado aqui não se importa. Me fuder é a meta deles.

Ele também falou publicamente pela primeira vez sobre seu desejo de que o filho de Stephanie Seymour, Dylan, ouvisse o novo disco um dia. “Eu espero que ele o ouça quando crescer, se ele eventualmente quiser conhecer a história, ouvir a verdade,” ele sussurrou.

Quanto à sua reputação de recluso, ele se esquivou da pergunta. Ele simplesmente “não achava que fosse interessante pra ele ficar rodando por aí.” Ele estava “construindo algo lentamente”, ele disse, em casa e no estúdio. “Se você está trabalhando com questões que te deprimiram pra cacete, como você expressa isso? Na época, você fica meio tipo, ‘a vida é uma merda’. Daí depois você se controla e você expressa ‘A Vida è Uma Merda’, mas de um modo bonito.

O quão lindo – ou não – isso era ainda demoraria anos até que o resto do mundo fosse permitido a descobrir, contudo.

04/08/2011 18:33

Iron Maiden: ‘Faremos pelo menos mais um disco’, diz Bruce

Author: NachoBelgrande

O IRON MAIDEN fará ‘pelo menos mais um disco’ – mas está planejando ater-se a seu testado e aprovado molde de Heavy Metal para gravá-lo.

Falando com o [jornal britânico] Daily Star, o professor de história, piloto comercial e frontman da maior banda de rock pesado do mundo, BRUCE DICKINSON, confirmou que os planos estão feitos para o sucessor de ‘The Final Frontier’ de 2010, que foi o décimo – quinto disco de estúdio da veterana banda.

Entretanto, ele admitiu que o grupo está ciente dos ‘limites’ do que eles podem fazer musicalmente e descartaram qualquer colaboração absurda com alguém do hip-hop, comentando:

Não somos o tipo de banda que poderia dizer: ‘Hey, vamos fazer um disco com Kanye West’ porque isso não interessaria aos fãs do Maiden de maneira alguma.”

Dickinson acrescentou que a banda por muitas vezes entra em atrito para discutir idéias para material novo, concluindo:

Tentamos manter as coisas em um nível equilibrado. Sendo ingleses, nós ainda temos alguma reserva quando estamos comunicando idéias um para o outro. Se nós nos abraçássemos, teríamos que ir direto para a ‘rehab’”.

Chegou-se a pensar que a banda abandonaria a música após o lançamento de ‘The Final Frontier’, com o guitarrista Adrian Smith afirmando em 2008 que eles sempre só tiveram esperança de gravar 15 discos. Entretanto, um ano depois, ele disse que tinha havido uma mudança na postura do grupo e que eles estavam propensos a continuar.

O IRON MAIDEN está atualmente no meio de um trecho pelo Reino Unido e pela Irlanda de sua turnê mundial ‘Final Frontier’. O grupo deve encerrar essa jornada com dois grandes shows na O2 Arena de Londres nessa sexta e sábado [5 e 6 de agosto].

Fonte: site do jornal britânico Daily Star

Ele tomou toco de LEMMY, um pito de FREDDIE MERCURY e bateu um papo no banheiro com AXL. KURT COBAIN escreveu o nome dele numa parede, o DEF LEPPARD fez uma baita farra com ele. DAVID HASSELHOF o convidou para as filmagens de Baywatch, RON JEREMY o convidou para a filmagem de um pornô… ele é o frontman do Europe, Joey Tempest, e essas são algumas de suas histórias.

Por Dave Ling

Traduzido por Nacho Belgrande

Como vocalista da banda sueca EUROPE, Joey Tempest [nome de batismo: Rolf Magnus Joakim Larsson, nascido a 19 de Agosto de 1963] foi do anonimato completo até a fama internacional da noite pro dia no inverno de 1986 por causa do agora clássico hit da banda The Final Countdown, que galopou paradas acima ao redor do mundo. O Europe, como banda existia desde o fim dos anos 70, mas não foi até… Countdown, e seu agora terrivelmente familiar gancho sintetizado, que eles conseguiram qualquer reconhecimento fora da Suécia. É uma história de sucesso que eles não conseguiram reproduzir – apesar de seu último disco, Last Look at Eden, marcar uma volta à velha forma.

PHYL LYNOTT

O Thin Lizzy fez um show secreto em Estocolmo em 1983. Eu tinha 20 anos de idade e o primeiro disco do Europe tinha acabado de ser lançado. Tony Reno [baterista original do Europe] e eu ficamos até depois. Eu estava fascinado por ver Phil sozinho no canto da pista de dança, parecendo muito triste e cabisbaixo. Um amigo meu, o fotógrafo Denis O’Regan que trabalhava muito com o Lizzy, depois explicou que era um dos truques de Phil para despertar o interesse das garotas. E funcionava, porque algumas mulheres chegaram nele. Muito nervoso, já que ele é um de meus heróis, eu fui e falei com ele sobre por que o Thin Lizzy nunca tinha tido um vocalista propriamente dito. Felizmente, Phil foi incrivelmente doce e amigável. Significou muito pra mim, é assim que eu sempre tento tratar os meus fãs.

LEMMY

Alguns de nós da banda o encontramos em sua segunda casa, o Rainbow [Bar & Grill na Sunset Strip em Los Angeles]. Ele estava jogando fliperama, como sempre. Alguém disse: “Oi, somos da banda de rock Europe.” Lemmy nem olhou. Ele apenas respondeu: “O Europe não é uma banda de rock.” Que resposta legal. Ficamos absolutamente perplexos. Mas rimos disso e levamos na boa. Algumas semanas depois nos vingamos quando a revista Kerrang! resenhou um de nossos shows e disse que nós éramos ‘Mais altos que o Motörhead!’

BILLY IDOL

Foi mais uma vez na época de The Final Countdown. Havia esse programa de TV famoso na Alemanha chamado Peter’s Pop Show. Era enorme; 40 milhões de espectadores ou por aí. Nós tocamos The Final Countdown – que era muito famosa na Alemanha na época – na passagem de som à tarde. Deveríamos abrir o programa e Billy Idol era pra ser o segundo. Ele fez assim no ensaio mas durante a gravação pra valer ele disse: “Não, não dá pra eu entrar depois dessa música.” A plateia tinha ficado louca.

TOMMY LEE e VINCE NEIL

Em um show em São Francisco na turnê de The Final Countdown, Tommy e Vince vieram a nosso camarim para dar um oi. Eles eram como colegiais animados; eu realmente gostei deles. No meio de tudo, Vince disse: “Hey, da próxima vez deixa eu te pegar de carro e te mostrar a cidade.” Isso foi um ano depois do acidente de carro [no qual o baterista do Hanoi Rocks, Razzle, morreu]. A gente ficou meio, er… sim, obrigado.

FREDDIE MERCURY

Eu temo que tenhamos irritado Freddie. Estávamos no Townhouse Studios [em Londres], passando a bateria de Ian Haugland com o produtor Ron Nevison para o disco Out of This World [1988]. Do nada aparece essa cara, meio vermelha e disse: “Vocês só podem estar brincando”. Freddie estava na sala ao lado da nossa, tentando gravar um lance de ópera, e não tínhamos fechado a porta direito. Ele disse: “Sua bateria está indo direto pra nossa mesa. Daria pra vocês maneirarem?” Muito cavalheiro, muito eloqüente, mas muito contrariado.

JOE ELLIOTT

O Europe foi convidado especial do Def Leppard na turnê estadunidense de Hysteria. Era verão, Pour Some Sugar On Me estava no topo da parada, todos os lugares estavam lotados, e tivemos algumas das festas mais insanas da história do rock.

No pico de Oklahoma, apenas para poder entrar, você tinha que tirar a parte de cima da roupa – homens e mulheres. Também havia um porco gigante andando pelo local. Várias pessoas de várias profissões foram à festa… é melhor eu ter cuidado com o que digo.

Joe Elliott disse uma vez que o Europe é a banda mais louca pra farra que ele já conheceu. Enquanto a maioria dos músicos de Los Angeles começa a ficar estranho depois de três [cervejas] Coors Lites, para nós mandarmos 15 canecas em uma noite de sábado não é problema. Talvez seja um lance escandinavo.

JON BON JOVI

Jon e eu tivemos alguns encontros ao longo dos anos. A primeira vez foi no [programa televisivo inglês] Top of the Pops, The Final Countdown estava no primeiro lugar da parada e eu acho que Livin’ On a Prayer estava no Top 10. Apesar de a mídia perceber que haja meio que uma rivalidade, nós sempre nos demos muito bem. Em uma ocasião no Japão nós cantamos uma música juntos – Get Back, dos Beatles – numa competição de bandas em Tóquio. Há muito respeito mútuo, e crescemos ouvindo as mesmas bandas; pessoas como Thin Lizzy;

A imprensa sempre nos coloca na mesma página. E eu já fui confundido com Jon Bon Jovi, mas não muito mais hoje em dia. Costumava acontecer na rua. Alguém grita: “Hey! Jon Bon Jovi!”. Eu só rio. É meio engraçado.

KURT COBAIN

Me disseram que ele escreveu “Quem caralhos é Joey Tempest?” em uma parede nos Oakwood Apartments quando ficamos em Los Angeles gravando Prisoners in Paradise no final de 1989. Se for verdade, é meio que lisonjeiro. E muito engraçado que ele perdesse um segundo pra pensar em mim.

MIKE TRAMP

Essa também rolou naqueles dias em LA, gravando Prisoners in Paradise. Estávamos a 20 minutos de distância do estúdio, e havia dois outros carros de aluguel que estavam sempre ocupados por outros membros da banda. Então eu tinha esse dilema: como chegar até o estúdio. Na época, todo mundo achava legal andar de Harley-Davison, incluindo Mike Tramp e os caras do White Lion, que também usavam o estúdio. Eu não estava tão convencido. Então eu achei esse anúncio no [jornal] LA Times de uma velhinha que estava vendendo uma mobilete amarela que eu comprei dela por 50 dólares. Ela andava devagar, mas me deslocava brilhantemente. Eu ia com ela pro estúdio todo dia e a estacionava do lado de fora, do lado das Harleys. Rendeu muitas risadas e provavelmente irritou algumas pessoas, mas eu não tava nem aí.

RON JEREMY

A primeira vez que eu encontrei [superastro pornô] Ron Jeremy foi quando ele veio aos bastidores de um show secreto no Whisky A Go Go [em Los Angeles], logo antes de Prisoners in Paradise ser lançado. Ele nos convidou a assistir a gravação de um filme pornô que ele ia participar. Ron é um grande fã de rock. Ele vai a muitos shows e nós o encontramos várias vezes desde então.

JAMES HETFIELD

Eu encontrei James enquanto o Metallica estava gravando o Black Album [1991]. Eu disse a ele que estávamos trabalhando em um disco nosso; estávamos prestes a gravar uns ‘vocais de fundo bem encorpados e altos’. Ele olhou pra mim confuso. “Vocais de fundo?” O Metallica nem usa isso. Então eu desencanei e falamos sobre outra coisa.

AXL ROSE

Eu o conheci na transição dos anos 80 pros 90. Pra mim, o Guns N’ Roses era uma banda muito importante porque tinha um pé naquelas duas eras da música.

Tocamos duas noites no Budokan [em Tóquio] e por volta da mesma época, eles tocaram duas noites lá também. Fomos ao show deles e eles foram ao nosso. Nós ainda tínhamos aquela produção oitentista, um show muito grande, enquanto eles tinham apenas algumas luzes. Eles nem tinham um set list, eles só iam até o praticável de Steven Adler e resolviam o que seria tocado em seguida. Mas eles eram ótimos. Todo mundo acabou indo pro famoso bar Lexington Queen. Foi uma noite bizarra. A cerveja acabou de cara. Por volta das quatro ou cinco da manhã, a coisa saiu fora de controle. Eu encontrei Axl no banheiro e nós conversamos sobre o triângulo das Bermudas, dentre todas as coisas. Mas durante a maioria da noite ele sentou-se num canto sozinho vestindo um casaco de pele.

DAVID HASSELHOFF

Trabalhávamos muito na França e na Alemanha e trombávamos David em todo canto. Ele nos convidou para a praia de Malibu onde Baywatch era filmada. Ele era um cara muito relaxado e agradável. Eu não o vejo faz tempo.

BRIAN CONNOLLY

Eu sou um grande fã de Desolation Boulevard do The Sweet e Sweet Fanny Adams [ambos de 1974], e eu encontrei [o vocalista da banda] Brian na época de The Final Countdown. Ele realmente gostava da música do Europe. Foi engraçado receber conselhos dele: “Joey, quando você subir no palco, segure o pedestal do microfone acima da cabeça e fique assim por bastante tempo.

Brian tinha alguns problemas na época. Ele tinha uma mulher adorável com ele, talvez fosse esposa dele, que tentava impedi-lo de fumar e beber. Ela conseguiu na primeira noite, mas na segunda vez que nos encontramos já tinha tudo ido pra merda. Ela ficava na rabeira dele, sem ter muito sucesso.

BJÖRN ULVAEUS E BENNY ANDERSSON

Quando o assunto é compositor de sucesso, não tem pra ninguém além de Björn Ulvaeus e Beny Andersson do Abba. Então quando pessoas desse naipe te dão um conselho, é melhor que você o leve a sério, não? Ha ha ha. não o Europe.

Nós os conhecemos bem no começo, lá pela turnê de The Final Countdown. Eles fizeram questão de nos aconselhar a passar tanto tempo quanto fosse possível nas gravações – aqueles discos deles eram obras-primas – e não se importar tanto com sair em turnê. E claro, sendo o Europe, nós anotamos esse conselho e fizemos exatamente o contrário. Passamos a maior parte dos três anos seguintes na estrada.

Fonte: revista Classic Rock inglesa, abril de 2011, páginas 38-40.