The Voice: entrar no programa vale mais que contrato com gravadora, diz chefão da indústria
Coloque agora o chefão da Live Nation, IRVING AZOFF, na lista de pessoas que acham que ficou mais difícil, e não mais fácil, para os artistas serem bem sucedidos no ramo musical hoje em dia. E de acordo com Azoff, parte do problema é que é mais fácil fazer música do que jamais foi antes, com menos monetização, um forte contraste em comparação com a ‘era de ouro’ dos anos 60 e 70. “Basicamente, falando de antes com agora, você tinha um álbum de sucesso e poderia vir até Los Angeles e lotar o Staples Center por três dias – antes era o Forum, hoje em dia seria o Staples Center,” disse Azoff recentemente ao entrevistador Jude Apatow. “Agora, você não consegue emplacar sequer uma música de sucesso, mas se caso consegui-lo, você abre pra alguém em uma boite.”
“Eu digo pras pessoas o tempo todo que é muito diferente, muito mais difícil hoje em dia.”

E ao invés de assinar com uma gravadora, o grande objetivo agora é… entrar no ‘The Voice’? “Naquela época, ninguém consideraria ir a um programa de competição musical”, Azoff reforçou. “Agora você assiste ao The Voice e ouve todos esses garotos dizendo, ‘essa é a maior oportunidade da minha vida’, e ainda assim você tem 64 candidatos no The Voice. O American Idol existe faz 10 ou 11 anos, então você já teve 100 ou 110 pessoas de talento notável, e você conta EM UMA MÃO o número de carreiras que progrediram daquilo.”
“Então isso te diz que mesmo com uma quantidade enorme de exposição na TV aberta, como é difícil ser bem-sucedido no ramo da música.”
Mas quem são os culpados disso? “ROUBO E OPÇÃO, e também era muito caro gravar um disco, agora você pode fazê-lo em casa”, disse Azoff. “A música é agora a trilha sonora da vida das pessoas, mas tem muito menos capacidade de monetização.”
Leitura Labial #3: O despertar de Nikki Sixx
Nikki:
‘Entraê, mano…nossa, cara, tive um puta pesadelo essa noite…sonhei que a Live Nation obrigava o Crüe a sair em turnê com o Poison, olha que fita, cara… e o Bret Michaels tinha um puta dum busão com a cara dele pintada na lataria…’
Nikki Sixx: ‘Os fãs de Poison são ratos assustados’
O baixista e dono do Mötley Crüe, NIKKI SIXX, resolveu mesmo coroar-se ‘falastrão do ano’, o que já vinha se delineando há algum tempo, mas agora Sixx parece começar a perder o contato com a realidade-nada de que [o livro] ‘The Dirt’ já não tivesses nos alertado.
Em sua última profecia no Twitter, Nikki, como se liderasse uma banda cujos fãs estivessem no mesmo nível de selvageria e fanatismo que os do SLAYER e do DOWN, mandou essa, sem nem passar vaselina antes:
‘Você pode notar a diferença entre os fãs mais ferrenhos do Crüe e os fãs do Poison porque eles [provavelmente referindo-se aos fãs do segundo] correm como ratinhos assustados quando o sangue jorra… infelizmente, eles perderam a noção do porquê do rock existir. Ele não é construído sobre medo, é sobre apertar os botões das pessoas…..”ratinhosassustados’
Lembremos que o próprio Nikki afirmou, algumas semanas atrás, que a turnê conjunta com o Poison tinha ‘sido escolhida pelos fãs’, o que de certo modo, deveria significar que os mesmos fãs apreciam as duas bandas igualmente.
Claro, todos nós sabemos que não houve pesquisa nenhuma, e que a LIVE NATION [empresa detentora dos direitos de apresentações do Mötley Crüe ao vivo até 2017] achou que a turnê seria lucrativa e MANDOU Nikki and the boys caírem na estrada com o Poison, PONTO. Caso a Live Nation queira que a mesma coisa aconteça ano que vem, não há simplesmente nada que o Mötley possa fazer. A não ser calar a boca.
Veja as reações que a boquejada de Sixx causou:
Fonte: Twitter do músico







