20/10/2012 16:47

Stryper: vocalista assume os vocais do T&N de George Lynch

Author: NachoBelgrande

A banda T&N [que antes se chamara TOOTH AND NAIL], composta por três ex-membros do DOKKEN [George Lynch, Jeff Pilson e Mick Brown] e que lança seu primeiro álbum ‘Slave To The Empire’ no dia 31 próximo, anunciou informalmente ao site LEGENDARY ROCK INTERVIEWS que o vocalista do STRYPER, MICHAEL SWEET assumirá os vocais da banda durante a turnê promocional do trabalho.

Slave To The Empire’ foi gravado com vários vocalistas, dentre eles SEBASTIAN BACH e TIM ‘RIPPER’ OWENS.

Ao longo de sua ilustre carreira, DUFF MCKAGAN já esteve em várias bandas, e ele falou de quase todas em uma entrevista conduzida recentemente com o site FasterLouder, onde passou a limpo seu período com o GUNS N’ ROSES e o NEUROTIC OUTSIDERS, enquanto vislumbrou seu futuro com o LOADED, assim como pesou o atual – e o talvez vindouro – status do VELVET REVOLVER.

Não tenho idéia”, admitiu McKagan quando perguntado a quantas anda a busca por alguém pra substituir SCOTT WEILAND no posto há muito vago. “Eu acho que não deu em nada. Eu acho que todo mundo ficou meio cansado de falar disso, porque na verdade não tem ninguém, então não há nada que eu ou SLASH ou MATT [Sorum] ou Dave [Kushner] pudesse dizer que mudaria o rumo da pergunta. Então, não há ninguém agora, eu acho que quanto mais Slash ficar em turnê, e eu ficar em turnê, menos as pessoas vão perguntar disso. Talvez quando as coisas se acalmarem, achemos um cara.”

O frontman do SLIPKNOT e do STONE SOUR, COREY TAYLOR, acredita que o Metal é o único gênero no qual os músicos estão sempre tentando se superar – e isso é uma das coisas que fazem do gênero uma forma única de arte.

Seus comentários foram lançados em uma discussão do jornal ‘The Guardian’ sobre porque o rock e o metal são quase que completamente ignorados pela grande mídia, apesar de um forte segmento de fãs e vendas consideráveis.

Taylor argumenta que se a imprensa for ignorar os bons pontos do gênero, ela não deveria ficar só ressaltando os maus.

Diz ele: “O que me emputece é que só falam sobre metal desse modo ‘o Metal vai matar seus filhos’. Seria melhor se nem falassem da gente.”

É o último espírito rebelde na música. É a voz dos desgarrados. É por isso que apela a tantas pessoas quando elas são mais jovens e ainda apela quando essas pessoas têm 40 anos de idade, não querem crescer.”

A próxima geração sempre está tentando superar a anterior, ir mais longe, tentando achar aquele frenesi que não foi causado ainda. O Black Sabbath, depois o Metallica, depois Marilyn Manson e depois nós. Há essa necessidade de se subir de patamar – eu não vejo isso em nenhum outro gênero.”

O editor do departamento de críticas do The Guardian, Alexis Petridis diz que não escreve sobre metal porque “Eu não insultaria aos artistas envolvidos. Se eu não entendo da música, não há por que escrever sobre ela. Ela nunca apelou a mim quando eu era criança. Talvez eu não fosse raivoso o suficiente. Eu tentei apreciar ‘Reign In Blood’ do Slayer como uma obra de música extrema. Eu tentei ouvir Black Metal Norueguês como um gênero vanguardista de arte, e não rola pra mim. Eu acho que de fato, é melhor pro metal existir fora desse meio. Se você recebe o respeito do Hall Of Fame, e se isso é mainstream, isso não significaria que o metal não teria contra o que lutar?

Mas Petridis ressalta: “O legal sobre os fãs de Metal é que eles são incrivelmente leais. Em qualquer outro gênero – hip hop, alt-rock – as coisas se mexem depressa. Os artistas gravam um ou dois discos, e daí desaparecem. As bandas de metal podem se desenvolver. Uma banda pode tocar em Wembley arena pela primeira vez e estar no sexto disco, o que não aconteceria em nenhum outro gênero. É o único gênero do qual me lembro onde bandas podem passar por imensas mudanças na formação que matariam uma banda mainstream sem deixar vestígios.

Taylor reforça o quanto a comunidade pode ser acolhedora. “O exemplo perfeito disso: nós sabíamos que Rob Halford era gay fazia anos. Daí ele se assume e as pessoas pensam, ’Claro’. Os estereótipos são ridículos – eis um cara que se assume gay e a banda dele fica maior do que jamais fora.

Eu não sei se o Metal precisa de mais atenção, mas precisa de mais respeito. O Rock And Roll Hall Of Fame é uma piada: Madonna entra antes do Rush e do Kiss. Eu diria que estamos pouco no fodendo para aceitação. Eu só quero respeito pelas bandas que abriram o caminho.”

O vocalista do L.A. Guns, PHIL LEWIS, foi entrevistado essa semana pelo site estadunidense ‘Legendary Rock Interviews’, e dentre vários assuntos abordados – em especial o lançamento do mais novo álbum da banda, ‘Hollywood Forever’ – o incessante drama entre os membros da banda veio à tona. Confira um trecho traduzido da entrevista.

LRI: Quando vocês gravaram ‘Hollywood Vampires’, havia alguma fissura visível na armadura ou as coisas ainda iam bem no que diz respeito à química entre os membros da banda?

Phil: Fissuras? Você tá me zoando! Michael James Jackson, o produtor, e Tracii [Guns] conspiraram pra me chutar da banda. Eles chamaram Steve [Riley] pra uma reunião. Eu estava tendo alguns problemas de garganta na época. Eu estava com a garganta inflamada e laringite. Eu estava trabalhando em uma música e gravei uma trilha pra demo. Eu disse a todo mundo envolvido, ‘Isso é apenas uma ideia, eu não estou cantando tudo que posso’ e eles pegaram aquela faixa demo e tocaram-na para Steve pelas minhas costas e disseram, ‘Phil está zoado, precisamos substituí-lo’, e Tracii queria chamar o cara do Little Caesar para o meu lugar. Eu diria que é mais que uma fissura, é um amassado, não acha?


LRI: Wow… eu não tinha ideia de que Ron Young tinha chegado tão perto de ser um membro do L.A. Guns…eu acho que os problemas coma velha formação já rolam há bem mais tempo do que as pessoas sabem.

Phil: A disfunção e o drama datam de muito, muito tempo atrás. Não é somente uma reviravolta nas coisas com Tracii. Faz tempo.

LRI: ‘Vicious Circle’ foi o último álbum do contrato original com a Polydor em 1995 e tinha seus bons momentos apesar de ser meio subestimado no geral.  Esse disco marcou o fim daquela era até onde você conseguia perceber?

Phil: Sim, eu acho que Steve não estava mais na banda. Tracii nunca aparecia para trabalhar no álbum. Simplesmente não aparecia. Eu não estou dizendo isso pra ser arrogante, mas foi mais um projeto solo pra mim do que um lance de banda. Tracii não estava nem aí pra trabalhar no disco, ele não estava interessado. Ele não escreveu nada do álbum, ele não queria. Tudo o que ele fez foi vir no fim para gravar seus solos quando ninguém mais estava no estúdio e nós chegávamos no dia seguinte e dizíamos, ‘Ah, OK, acho que tudo bem’. Ele já tinha decidido que tinha algo melhor pra fazer e não estava afim mesmo.

LRI: Você ficou pessimista com o clima generalizado para as bandas de hard rock naquela época, no meio dos anos 90?

Phil: Tudo isso já tinha afundado depois do lançamento de ‘Hollywood Vampires’. Aquele deveria ter sido nosso grande, multiplatinado disco de transição para a fama e isso não aconteceu. Quando ‘Vicious Circle’ saiu, a gasolina já tinha acabado, com certeza.

JOHN CORABI – o ex-vocalista do MÖTLEY CRÜE, THE SCREAM e do UNION – esteve recentemente no estúdio Wireworld, em Nashville, no Tennessee [de propriedade do produtor MICHAEL WAGENER] para gravar os vocais de uma faixa do próximo álbum do BABY JANE.

Uma foto de Corabi no estúdio com o Babyjane pode ser vista abaixo.

O Babyjane é de Perth, Austrália e até agora lançou um álbum, ‘Are You Listening?’, que foi mixado por Wagener em 20120.

A banda é contratada da Sunset Records de Nova Iorque.

http://www.youtube.com/watch?v=cTnPMQRJsig&feature=player_embedded